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Cerimônia de abertura emociona com homenagens

Evento foi realizado no Estádio Olímpico de Tóquio, nessa sexta (23), sem público, e destacou a diversidade, inclusão, além da cultura, tradição e história do Japão

Por Lance! | Edição do dia 24/07/2021

Matéria atualizada em 23/07/2021 às 18h59

Cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, nessa sexta, celebrou diversidade e emocionou
Cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, nessa sexta, celebrou diversidade e emocionou | Jonne Roriz/COB

A cerimônia de abertura marcou o início dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, que foi adiado para 2021. Em evento realizado no Estádio Olímpico de Tóquio, na manhã dessa sexta (23), sem público, a festa destacou a diversidade, inclusão, além da cultura, tradição e história do Japão. As vítimas da Covid-19 e do terremoto de 2011 também foram homenageadas.

Foram 1.797 dias entre o encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e a abertura da Olimpíada de Tóquio. O intervalo foi maior que o esperado por conta do adiamento do evento (previsto para 2020), em razão da pandemia do coronavírus.

Tóquio é a sede da 32ª edição dos Jogos Olímpicos. É a segunda vez que a cidade recebe o evento – a primeira foi em 1964. Vale lembrar que Tóquio também iria receber a Olimpíada em 1940, mas foi cancelada por conta da Segunda Guerra Mundial.

A cerimônia de abertura começou destacando o esforço dos atletas durante a pandemia da Covid-19, que tiveram que se superar na preparação para disputar os Jogos. Em meio a um espetáculo de luzes e fogos, vídeos dos atletas treinando em casa foram reproduzidos durante a cerimônia.

Após a homenagem aos atletas, a cerimônia de abertura destacou a cultura, história e tradição japonesa. Atletas e campeões olímpicos carregaram a bandeira do Japão, que foi hasteada e, logo após, houve o discurso de Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional, e do imperador japonês Naruhito. Por fim, o hino do Japão encerrou o bloco de homenagens a cultura e história japonesa.

Antes do desfile das delegações, houve uma homenagem às vítimas da Covid-19 e do terremoto de 2011, com muitas lanternas para realizar um show de luzes.

Em razão da pandemia, o Brasil desfilou com uma equipe reduzida. A ideia do Comitê Olímpico Brasileiro era evitar contaminações para não gerar cortes de atletas. Os porta-bandeiras foram Ketleyn Quadros, bronze em Pequim 2008 com o judô feminino, e Bruninho, ouro com vôlei masculino no Rio 2016.

O Brasil foi apenas o 151º país a desfilar. Ao todo, foram 206 delegações que desfilaram. O motivo da demora foi a ordem do alfabeto japonês.

Após o desfile, a cerimônia de abertura encerrou destacando a diversidade.

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